Missão
"Ser um fórum de profissionais de RH para debater práticas de gestão e antecipar tendências para a valorização do ser humano nas empresas e na sociedade, sendo referência na comunidade empresarial"
Quem Somos
O G3 foi fundado em 30 de janeiro de 1974 graças ao empenho de 18 renomados executivos de Recursos Humanos que se reuniram pela primeira vez da Johnson & Johnson do Brasil. O titular e incentivador foi o saudoso companheiro Siegfried Hoyler.
O G3 foi assim “batizado” por ter sido o terceiro grupo informal de dirigentes de RH a surgir na cidade de São Paulo. O primeiro foi o consagrado Grupo Diógenes, fundado em 1964, e o segundo foi o CRI – Comitê de Relações Industriais, em 1967. Entretanto o primeiro grupo a se formar no Brasil em meados dos anos 50 foi o CEAP, na região do ABCD, que continua na ativa com sigla CEAPRH.
Após a consolidação desses grupos, dezenas de outros começaram a pulular pelo industrializado Estado de São Paulo para em seguida irradiar-se por outras regiões do País. A constituição desses grupos no Estado serviu de pedra fundamental para a criação da antiga APAP – Associação Paulista de Administradores de Pessoal, que depois de anos passou a denominar-se APARH – Associação Paulista de Recursos Humanos e desde o início deste ano ABRH-SP.
Objetivos Gerais do G3
Enquanto o mercado conta (OESP, caderno Negócios, 24 de março de 1994), a Bolsa de Emprego do G3 procura.
Mas por que surgiram tantos grupos? O processo de industrialização no Brasil, como sabemos, teve seu grande impulso na década de 50 graças ao esforço do então Presidente da República Sr. Juscelino Kubitschek, que não mediu esforços para atrair as principais montadoras para aqui se instalarem. Essas empresas trouxeram suas políticas, normas e procedimentos inclusive de gestão de pessoas.
Como não havia especialistas natos no país, muitos profissionais foram transferidos para gerir a antiga área de Relações Industriais e tiveram de aprender a desempenha-la on the job. Mas cada um sentia a necessidade de compartilhar suas dúvidas, suas dificuldades, suas experiências com colegas de outras empresas, daí a iniciativa de fundar tais grupos informais.
E com oG3 não foi diferente. É óbvio que para que as reuniões fossem as mais produtivas possíveis tiveram que estabelecer regras de funcionamento (estatuto), limitar o número de participantes, periodicidade das reuniões, etc.